
1. É muito importante a escolha de ferramentas e materiais adequados como a argamassa, espátula dentada, martelo de borracha, espaçadores (cruzetas), ventosas, assim como a espátula de borracha e esponja para o momento de realizar um rejuntamento adequado.
2. A superfÃcie que será revestida deve estar perfeitamente nivelada.
3. A superfÃcie que será revestida deve estar totalmente limpa, livre de pó ou de qualquer outra substância que possa prejudicar a adesão das peças. Assim facilitamos uma maior aderência do material de colocação sobre o suporte utilizado.
4. Durante a colocação a intensidade da luz deve ser de forma a permitir diferenciar com facilidade a presença de qualquer defeito. Durante essa fase, se deve trabalhar com uma intensidade de luz superior a que iluminará o ambiente quando a obra for finalizada. A utilização de lâmpadas ajudará a evitar esse problema.
5. A escolha do tipo de material para colagem a ser usado é fundamental. É preciso ter em mente as propriedades do suporte que irá ser revestido (superfÃcie de tijolo, madeira, gesso, metal...), as caracterÃsticas do produto cerâmico escolhido (revestimento monoporoso, grés ou porcelanato), o formato da peça e a finalidade do uso. Nos catálogos da Porcelanosa é recomendado o material de colagem adequado.
6. É recomendável o sistema de colocação com capa fina, com adesivo flexivel. Para formatos superiores a 31,6x31,6(1000 cm²) é recomendável também a técnica de DUPLA COLAGEM, que consiste na aplicação de cola tanto sobre a superfÃcie de colocação como sobre o dorso da peça cerâmica.

7. Todas as peças cerâmicas e em especial os materiais retificados, necessitam uma manipulação cuidadosa, para evitar despontamentos, rompimentos ou a aparição de arranhões na superfÃcie. Recomenda-se que as juntas de separação entre as peças não sejam menores que 1,5 mm ( utilizar cruzetas de 01 mm)
8. Para a colocação de peças cerâmicas, é recomendável utilizar espaçadores (cruzetas) de ao menos 1mm. Em modelos rústicos a vedação mÃnima aconselhada é de 3mm. Para formatos retangulares, quando a colocação utilizada é a JUNTA TRAVADA, se aconselha colocar ¾ de peça.
9. Nas interrupções da instalação deve-se ter em mente que o material já colocado foi retraÃdo e o que nós vamos colocar posteriormente irá ocorrer o mesmo movimento ou contração, pois se continuarmos colocando no mesmo nÃvel, a contração posterior pode causar um pequeno desnÃvel.
10. Deve-se considerar em qualquer caso, a presença das JUNTAS PERIMETRAIS, que ajudam a absorver qualquer movimento pós-obra. Estas juntas devem permanecer vazias ou preenchidas com qualquer material flexÃvel e devem ter uma largura mÃnima de 08 mm. Esta junta se oculta facilmente com a colocação do rodapé ou com o próprio revestimento cerâmico.
11. Se a superfÃcie possui suas próprias juntas de dilatação , estas devem ser respeitadas quando for realizada colocação do revestimento da cerâmico. Deve-se recordar que a superfÃcie máxima de revestimento ceramico sem junta de dilatação é de 50m2 a 70m2 para interiores, e a metade em caso de ambiente externo.
12. Durante a fase de colocação, quando ainda não se completou a fase de finalizaçao (especialmente no final do dia ou no inÃcio do dia seguinte), deve-se rever o que já foi colocado, já que ainda temos tempo para corrigir algum defeito na colocação, usando o martelo de borracha e as ventosas.

13. Antes de iniciar o rejuntamento é preciso conferir se as juntas de separação entre as peças estão vazias, sem restos de argamassa e sem sujeira. Qualquer agente intermediário pode reduzir a eficácia da vedação, além de dificultar a adesão do material de rejunte.
14. O preenchimento das juntas (rejuntamento) é feito quando as peças cerâmicas estão firmemente fixadas na superfÃcie. No caso especial dos pavimentos, é preciso seguir as recomendações do fabricante da argamassa, a fim de deixar o tempo suficiente antes de liberar a área transito de pessoas e submetido a qualquer tipo de carga.
15. O material de rejuntamento deverá ser aplicado com uma espátula de borracha, evitando a todo o momento o uso de espátulas metálicas que podem danificar a superfÃcie esmaltada. Existem no mercado rejuntes com ampla opções de cores, a fim de assegurar a uniformidade de tom de qualquer ambiente com revestimento cerâmico.
16. A remoção dos restos de rejunte deve ser feita com uma esponja embebida em água limpa. Esta operação não deve demorar muito, já que um tempo excessivo de contato do material de rejuntamento com a superfÃcie esmaltada, dificulta a remoção do mesmo, particularmente aqueles modelos cuja superfÃcie tem relevos.
17. É imprescindÃvel, durante a colocação do pavimento, a proteção do material já colocado com sistemas adequados, para impedir possÃveis danos até a finalização da obra, devido à presença de material abrasivo e movimento contÃnuo de ferramentas. Assim, além da proteção do material, facilita posteriormente a limpeza.
18. É totalmente proibido o uso de produtos de limpeza que contenham ácido fluorÃdrico (HF) e detergentes sólidos contendo partÃculas abrasivas ao material. O ácido fluorÃdrico remove completamente a superfÃcie esmaltada do material, causando danos irreparáveis.

1. É de grande importância na hora da colocação a escolha de ferramentas adequadas (como a espátula dentada, um martelo de borracha, ventosas e espaçadores para colocação, além da espátula de borracha para o rejuntado) e o uso de uma esponja para facilitar a operação de rejuntado.
2. É essencial planejar e executar a evacuação correspondente aos esgotos para evitar encharcamentos e acumulações de água.
3. É essencial realizar uma impermeabilização adequada da área, a fim de evitar infiltrações de umidade no solo e da formação de fenômenos de eflorescência, geração de musgo, etc.
4. A base ou o fundo de colocação será compacto em toda sua espessura e superfÃcie, eliminando as partes que podem se soltar facilmente.Deve estar livre de poeira, gorduras ou qualquer outra substância que possa impedir a adesão. Além disso, não deve apresentar defeitos de nivelamento. Na realização de suportes se respeita as pendentes realizadas anteriormente.Â
5. O suporte deve ser dimensionalmente estável e não deformável, tendo completado as contrações possÃveis de secagem e endurecimento. É aconselhável esperar uma semana para cada centÃmetro de espessura aplicada bem, usando capas de secagem rápida, se quisermos acelerar a colocação de pisos cerâmicos.
6. É necessário efetuar uma correta reformulação do espaço que serão colocadas as lajotas. Nessa fase é indispensável prever a colocação das vedações de fracionamento e perÃmetro, respeitando as vedações estruturais e evitando colocar sobre estas, caso queira prevenir potenciais quebrados ou rachados por posteriores movimentos para a realização do trabalho.

7. As colas a serem utilizados para colocar as lajotas cerâmicas nos ambientes exteriores serão sempre do tipo C2, segundo a normativa EN 12004 (Cola para lajotas cerâmicas). É preciso respeitar em qualquer caso as instruções de utilização indicadas pelo fabricante, isso irá permitir fazer um ótimo uso e obter o máximo desempenho desse tipo de material.
8. A aplicação será realizada sempre em capa fina e utilizando a espátula dentada. O tamanho desta dependerá do formato da lajota que será utilizada. Para uma aplicação em ambientes exteriores e sobre lajotas de grande formato, deve ser aplicada a cola tanto sobre o suporte como na parte traseira na peça.
9. Para um correto rejuntamento das vedações nesse momento de colocação é necessário usar argamassas de vedações adequadas para uso em ambiente exterior (argamassas de rejuntado base cimento tipo CG2 segundo a normativa EN 12888, material de rejuntado para lajotas cerâmicas). É recomendável misturar argamassas de rejuntado a base de cimento com aditivos látex especiais naqueles casos onde seja necessário conseguir uma maior elasticidade, aderência e resistência mecânica.
10. O correto fechamento das vedações é uma parte muito importante desse processo de revestimento. Não se admite a colocação pelas bordas em locais exteriores, recomenda-se uma separação mÃnima entre as lajotas de 5mm. Isso pode ser aumentado em áreas de grandes variações de temperatura. Antes do preenchimento das vedações é necessário realizar uma limpeza adequada do mesmo.
11. No processo de rejuntado é preciso respeitar as condições de aplicação indicadas pelo fabricante. No caso de colocação de telhas anti-derrapante ou se você usar o látex, a limpeza do rejunte restantes antes que seque.
12. Considere em qualquer caso a presença de vedações perimetrais. Isso será realizado no encontro dos pavimentos com elementos verticais, como muros, pilares e blocs de cimento, assim como entre pavimentos de diferentes tipos. Deve ter uma largura mÃnima de 8mm.

13. As vedações estruturais presentes no pavimento devem respeitar rigorosamente toda a largura e a profundidade. As vedações em casos de movimento representam um fator fundamental na conversação do revestimento cerâmico diante desses movimentos, tanto os próprios aspectos do edifÃcio como o induzido (mudanças de temperatura, umidade) que podem ocorrer no pavimento.
14. Os materiais de preenchimento das vedações serão absorventes, de célula fechada, alta compressibilidade e inalteráveis variações de temperatura. Os materiais para fechamento serão de alta elasticidade, impermeáveis, adequados quanto à largura da vedação, de resistência mecânica também adequada e resistente as exigências térmicas.
15. É necessário efetuar as vedações de fracionamento variando de 9 a 25m2 formando uma grade de não mais de 5 m. A largura da divisão pladas vedações de fracionamento serão pelo menos de 8 mm, o que pode ser aumentado em caso de condições extremas de uso.
16. Para ambientes exteriores em áreas com risco de geada deve ser escolhido um material de grés porcelanato (absorção de água inferior a 0,5%). Em épocas de vedações geladas, é preciso evitar o acúmulo de congelamento da água nas vedações, enquanto ainda não foi efetuados a operação de rejuntado, pois a mudança de fase da água para gelo pode causar danos.
17. Em áreas úmidas, onde existe um risco de deslizamento, para aumentar a segurança, deve ser utilizado um piso com caracterÃsticas anti-derrapantes, tendo em conta a dificuldade para a limpeza dos mesmos (mais fáceis de acumular sujeira e maior dificuldade para remoção.)
18. A remoção dos restos de material e colas não pode demorar mais do que o tempo necessário já que ao ultrapassar esse tempo de contato com a superfÃcie cerâmica a limpeza do mesmo torna-se mais difÃcil. É preciso evitar agentes de limpeza que contenham ácido fluorÃdrico e materiais agressivos.
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